"Achais que sois tão discreta,
quando estás a me olhar,
mas meu coração me alerta,
sobre o seu observar.
Mas quem sou eu para julgar,
pois também eu sou discreto,
e desvio o olhar,
quando há alguém por perto.
Queria eu poder falar,
abertamente o que sinto,
sempre estou a lamentar,
esse assunto proibido...
E lhe pego a me olhar,
novamente em segredo.
Então volto a perguntar:
Do que é que temos medo?
Nossa história é complicada,
e tão simples ao mesmo tempo,
que se vai de quase nada,
a quase tudo num momento.
O desejo no olhar,
fica intenso nesse instante,
saiba que eu vou te amar,
estando perto, ou distante."
Tão perto, e tão longe...
quando estás a me olhar,
mas meu coração me alerta,
sobre o seu observar.
Mas quem sou eu para julgar,
pois também eu sou discreto,
e desvio o olhar,
quando há alguém por perto.
Queria eu poder falar,
abertamente o que sinto,
sempre estou a lamentar,
esse assunto proibido...
E lhe pego a me olhar,
novamente em segredo.
Então volto a perguntar:
Do que é que temos medo?
Nossa história é complicada,
e tão simples ao mesmo tempo,
que se vai de quase nada,
a quase tudo num momento.
O desejo no olhar,
fica intenso nesse instante,
saiba que eu vou te amar,
estando perto, ou distante."
Tão perto, e tão longe...

Nenhum comentário:
Postar um comentário